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domingo, 27 de janeiro de 2013

Finalmente, o último dos casos.

É, talvez seja verdade aquela frase "... e ele completa ela e vice-versa, que nem feijão com arroz.". No inicio, eu juro que não achava que seria assim. Procurei mil desculpas pra não "ficar" com você... medo? De que? De te machucar, ou até mesmo de me machucar. Só que não deu pra fugir.
As vezes, me pego pensando em você, agarrada com aquela blusa sua, que sempre fica comigo... Que tem seu cheiro... Ah, seu cheiro. Me diz, como irei sentir ou ver Ferrari Black sem lembrar de ti? Não que seja algo ruim, e não é mesmo... Mas é algo inevitável.
Não consigo achar palavras pra te explicar o que eu sinto, talvez vergonha, porque você sabe como não consigo demonstrar meus sentimentos... Mas quando eu estou do seu lado, eu me sinto segura. Talvez pelo fato de você sempre repetir a frase "eu nunca vou deixar ninguém encostar um dedo em você.", você sempre sabe o que falar, sempre me acalma, sempre tem uma solução imediata... Olha, sinceramente, eu nunca vou saber expressar o que eu sinto ao certo. Raramente você vai me ouvir dizer um Eu te amo, mas se eu disser, é sincero. Prometo.
Outra coisa que eu vou prometer é que enquanto estiver contigo, vai ser porque eu realmente gosto de ti. E esse seu medo de me perder, pode esquecer, até porque, eu nunca vou deixar você se perder de mim. Ah, prometo que vou fazer de TUDO pra não te ver sofrer, não te ver triste. Só quero te ver sorrindo. E se um dia eu brigar contigo por ciúmes, entenda, que é um dos jeitos de dizer que eu tenho medo de te perder.
E por último, saiba que você me entende como poucos, faz coisas por mim que muita gente não faz e principalmente, me conquistou como bem poucos.
Mor, por mais que não pareça, eu odeio o fato de pensar que um dia nós possamos nos separar. Odeio quando brigamos, porque odeio te olhar e não poder falar contigo. Porém, amo quando você me abraça do nada e me beija, amo o jeito que você me trata, como faz eu me sentir segura, enfim... como você disse uma vez quando estávamos no sofá bem baixinho: Mor, eu acho que eu te amo. 

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